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Psicologia e Psicanálise

Atendimento terapêutico online ou presencial (SP) para crianças e jovens com profissionais que irão te atender de maneira acolhedora.

Quando buscar ajuda para crianças e jovens?

Bebês, crianças e adolescentes também são suscetíveis ao sofrimento psíquico. Por exemplo: bebês que choram em excesso, recusam alimentação e dormem com dificuldade; entre crianças e adolescentes também pode haver recorrência de sintomas como tristeza prolongada, irritabilidade, ansiedade, angústia e medo, além de possíveis dificuldades no aprendizado, agressividade, dificuldade de concentração e (entre os adolescentes) abuso de substâncias.

Terapia Infantil

A clínica do brincar conhecida também como ludoterapia, trabalha a fantasia da criança por meio do brincar, nesse espaço seguro e de acolhimento ela poderá vivenciar com o psicanalista suas emoções e angústias, tentando criar meios para se expressar e se fortalecer perante os desafios de vida.

Nesse trabalho também incluímos os tutores que normalmente, chegam angustiados e cheios de culpa, uma das função do psicanalista é acolhe-los e auxilir no manejo com seus filhos.

Terapia para jovens

A puberdade é considerada muito desafiadora de se vivenciar, nesse período acontecem muitas mudanças físicas, cognitivas e comportamentais com adolescentes. O psicanalista pode auxiliá-los no entendimento de conflitos ligados a essa fase de transição, sendo problemas com a escola, seus tutores, sexualidade ou até com os amigos.

A questão da timidez e a exposição estão presentes no universo desse ser, muitas vezes os pais não conseguem lidar com os desafios impostos nessa fase. A análise também os auxilia nisso.

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Conheça nossas psicanalistas

Andrea Befi

Psicanalista clínica, formada pelo Centro de Estudos Psicanalíticos – CEP, especialista em Comunicação Organizacional, com ênfase em Responsabilidade Social. Formada no Núcleo de Psicanálise em Instituições, onde foi coordenadora de grupos pelas NuPAS. Membro da Rede de Psicanalise do CEP.

Camila Portella

Psicóloga, Psicanalista, Acompanhante Terapêutica, pós-graduada em Administração de Recursos Humanos, participante das Formações Clínicas do Fórum do Campo Lacaniano de São Paulo – FCL-SP e idealizadora do “Entrenós – Psicologia e Psicanálise”. Atende bebês, crianças, adolescentes e adultos em consultório particular e online.

Caroline Sorgi

Psicóloga, formada pela UNOESTE com orientação psicanalítica; formada pelo Núcleo de Psicanálise de Criança do Centro de Estudos Psicanalíticos – CEP; coordenou grupos no Núcleo de Psicanálise e Ação Social – NuPAS, especializanda em Psicopatologia Clínica Hospitalar pela USP. Atende crianças, adolescentes e adultos, on-line e presencial.

Perguntas Frequentes

Psicanálise
É o estudo do inconsciente e tem como objetivo trazer à tona (ao consciente) dores, traumas e memórias através da fala. Trata-se de um método terapêutico fundado em 1900 pelo médico neurologista austríaco Sigmund Freud (na ocasião da publicação do texto A Interpretação dos Sonhos). Ele começou a pensar a respeito do sofrimento humano indo além dos sintomas físicos e levando em consideração as dores psíquicas. Freud propôs, então, a “cura pela fala”. A psicanálise entende que o inconsciente é algo que faz parte de todos os seres humanos e que nele estão fragmentos da nossa história dos quais não nos damos conta. Por meio da fala e da associação livre, as ideias são trazidas à baila em uma espécie de fluxo, dizendo tudo que vem à mente, de forma a levar para a superfície questões subjetivas, desejos, conflitos e traumas. Quando esses elementos saem das entranhas da mente e se tornam conscientes, o paciente consegue elaborá-los e compreender a si próprio de uma forma mais completa e aprofundada. O psicanalista tem formação em psicanálise e precisa ter um diploma de terceiro grau, mas este diploma não precisa necessariamente ser em psicologia, ao contrário do que muita gente pensa.

Psicologia
O psicólogo tem formação superior em psicologia, uma ciência que estuda os processos mentais (sentimentos, pensamentos, razão) e teoriza a respeito do comportamento humano. Cabe ao psicólogo realizar psicodiagnósticos e psicoterapia, e ele pode atuar nos campos da psicologia clínica, escolar, social, do trabalho entre outros. Há diversas linhas de abordagem para a psicologia. Ela pode ter como objeto de estudo a consciência (como é o caso da linha humanista), o comportamento (foco da análise comportamental) ou até mesmo a abordagem psicanalítica, que adota os conceitos da psicanálise dentro dos preceitos da psicologia.

Psiquiatria
Trata-se de uma especialização da medicina e só pode ser aplicada por médicos formados. Ela cuida de doenças mentais como psicose, bipolaridade e depressão. Das três formações, apenas o psiquiatra está apto a prescrever medicamentos, porém, um paciente sendo atendido por um psiquiatra pode e deve ter acompanhamento terapêutico paralelo, para que o tratamento seja realmente completo e aborde mais amplamente as facetas da condição mental humana. Cabe ao psiquiatra diagnosticar uma patologia a ser controlada ou curada: nisso, a psiquiatria se assemelha à psicologia e se diferencia essencialmente da psicanálise. Nesta, o diagnóstico não tem a mesma relevância, já que a psicanálise não tem como objetivo “dar alta”, mas sim elaborar questões. 

 

O tratamento psicanalítico é indicado a bebês, crianças, adolescentes, adultos, idosos, casais e famílias.

 

Quando há algum sofrimento psíquico causador de conflitos emocionais ou interpessoais que atrapalham a vida, o cotidiano e a sociabilidade. Ou seja, quando há recorrência de sintomas como tristeza prolongada, irritabilidade, ansiedade, angústia, medo, comportamentos repetitivos e sistemáticos, alucinações etc.

Esse sofrimento psíquico pode não ter causa aparente ou ter sido provocado por algum evento traumático ou consumo abusivo de substâncias.

O tratamento psicanalítico também é adequado para enfermidades psicossomáticas – aquelas sem causa orgânica claramente detectada.

 

A psicanálise possui certas particularidades em relação a outros tratamentos psicoterapêuticos.

O processo psicanalítico acontece basicamente pelo uso da palavra e o fluxo contínuo de ideias livremente colocadas por aquele que procura o tratamento. Suas produções imaginárias, seu modo de se posicionar diante do mundo, seus sintomas e sofrimento, tudo isso é material de trabalho para a dupla analista-paciente. Ao analista que atende cabe escutar e apontar, no discurso da pessoa atendida, os elementos que lhe escapam e que o ajudarão a recompor sua própria história de um ponto de vista diferente do habitual, de maneira a olhar para seu sofrimento psíquico de uma perspectiva diferente da qual vem fazendo.

O tratamento psicanalítico, por não ver o sofrimento necessariamente como uma doença, não pretende de imediato eliminar sofrimentos, mas proporcionar ao sujeito a ampliação de sua compreensão acerca de porque faz o que faz e de que modos isso o afeta emocionalmente, produzindo seus sintomas.

Em outras palavras, segundo a visão psicanalítica, rever o passado produz uma mudança subjetiva capaz de modificar um futuro que se delineava sombrio pela repetição de sintomas não adequadamente elaborados.

 

Bebês, crianças e adolescentes também são suscetíveis ao sofrimento psíquico. Por exemplo: bebês que choram em excesso, recusam alimentação e dormem com dificuldade; entre crianças e adolescentes também pode haver recorrência de sintomas como tristeza prolongada, irritabilidade, ansiedade, angústia e medo, além de possíveis dificuldades no aprendizado, agressividade, dificuldade de concentração e (entre os adolescentes) abuso de substâncias.

 

Os bebês são atendidos juntamente com seus pais e as intervenções terapêuticas se dão nos vínculos e na dinâmica familiar.

Já as crianças, a expressão da linguagem se dá por intermédio de jogos e brincadeiras que propiciam acesso às suas produções imaginárias, seu modo de se posicionar diante do mundo, seus sintomas e sofrimento.

Quanto aos adolescentes, o processo terapêutico também acontece pelo uso da palavra e o fluxo contínuo de ideias livremente colocadas por aqueles que procuram o psicanalista nesta faixa etária.

 

É variável a quantidade de dias por semana em que se deve dar o tratamento, por motivos análogos àqueles relacionados à sua duração, e também em função do projeto de análise que o analista desenvolve especificamente para cada pessoa. Entendemos que a frequência não deve ser inferior a uma vez por semana, podendo-se definir frequências maiores que não necessariamente se relacionam com gravidade e urgência do caso.

 
 

Os preços são tratados individualmente com a pessoa atendida e devem corresponder à valorização do processo de análise pelo interessado.

As pessoas procuram uma análise por questões que lhes são as mais íntimas e caras. Portanto, trata-se de construir os preços individualmente tendo como premissas a valorização do processo de análise e sua sustentação no tempo que for necessário.

 

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